sábado, 23 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Ave Estruz!!


Neste momento, Da Vinci se remexe na tumba...

Toma!!!

Belo chute, vovô!!!




Visto no Tio Dino

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

The "F" Word

Fucking motherfuckers...


Veja também: Os campeões de "Fucks" no cinema

Da autodefenestração de um fanfarrão sanguinário

*NOTAS:
1) Este post tem preconceito implícito latente. Não repara não, tá?
2) Não sou analista político, financeiro, social e nunca fui pra Cuba. Sou publicitário e, como tal, acho que posso opinar em tudo. Ê, mania besta...

Bom, é o seguinte: Fidel saiu fora.

Sentiu que chegou o momento, sentiu que não dava mais. Sentiu que um ditador sanguinário e convencido precisa de gás pra manter a imagem e o poder. E que nem com Viagra na veia ele ia conseguir. O tempo é sábio.

Confesso que eu fiquei surpreso. Achei que o Romário pararia de jogar e que o Zagallo abotoaria o paletó de cedro antes que Fidel pedisse as contas, ou melhor, realmente achei que ele daria uma de Papa e só sairia quando pifasse de vez.

Mas... o que a saída do homem significa?

Em termos práticos, a curto prazo, nada. Ele já tava "só o pano e o arame", mesmo... ou seja, o irmão dele é quem fazia as vezes de figura à frente dos cupinchas cubanos (que, a exemplo dos companheiros brasileiros, são quem realmente comanda o país). A propósito, eu ouvi um analista americano criticando o irmão do Fidel porque ele não teria a mesma força política que o irmão. PORRA, É CLARO!!! O cara fez a Revolução Cubana e de lá pra cá fez chover e fez parar naquela ilha... são 50 anos, cacete... lógico que o Castrinho não vai chegar chutando tudo. Vai chegar "na moral".

Pro povo cubano, então, nem se fala. Quem conseguiu se mandou de lá. E quem não conseguiu (a) vive de quem conseguiu, (b) é puta e vive do turismo ou (c) atua no mercado negro. Ou seja, fodido por fodido o povo já estava. Pior não pode ficar. Pelo menos existe agora a chance de a muito longo prazo o povo voltar a ter algum tipo de liberdade. Mas o que é liberdade pra quem tem tantos outros problemas pra enfrentar?

Pro resto do mundo, vá lá. Tem alguma mudança, sim. Provavelmente o embargo econômico deve amansar e as megapotências (inclusive o companheiro Lula, hahahaha... que piada) devem tomar alguma atitude tipo pós-guerra de olho nos 11 milhões de consumidores em potencial.

A propósito, 11 milhões é menos que a cidade de São Paulo. E o PIB nem se compara. Mas vamo lá.

Tem gente que fala que Cuba vai fazer alguma coisa pra frear o Capitalismo de entrar e comer todas as criancinhas cubanas. Lançar algum plano de abertura aos poucos, como fez a China, sei lá. Quero ver se Cuba lança. Quero ver Cuba lançar.

(Há! Eu não podia perder essa...)

Daí podem sair charutos e rum mais barato pro resto do mundo. E, com o aumento da produção, de qualidade discutível. Ah, sim, e etanol combustível. Pffff.

Para mim Fidel já morreu. Faz tempo. Só que é que nem furacão, bomba atômica, terremoto e peido de cebola assada: mesmo depois que a tormenta acabou, todo mundo ainda fica sentindo as consequências.

Pra finalizar, um prazer que só um grande fanfarrão sanguinário consegue proporcionar:



Chávez é café pequeno.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O pós-trampo da terça

Terça-feira. Saí cedo a pretexto do rodízio e lamentei o dilúvio em Alpha. "Fudeu, não vou correr", pensei. Mas no caminho anti-CET para casa, passando pela USP o céu estava bem limpo.

E eu fui correr. 45 minutos divididos em períodos de 4 minutos (ué, sobrou 1...) onde eu alternava caminhada forte e corrida. Tô melhorando...

Chegando, fui tomar um banho. Antes, pausa para leitura junto à Deca. Mario Prata. Excelente, estou adorando. Puta inveja boa (existe isso?) que eu sinto enquanto leio... que caralho, como eu queria escrever assim, hehehe...

Banho tomado, larica pós-corrida ataca. Janto assistindo ao House no Universal Channel. No episódio, um cara que salvou o filho pequeno (mas não conseguiu salvar a mulher) de um incêndio decide doar o coração (literalmente) ao moleque doente para transplante, anos depois. Que treta...

Depois, já que eu não vou ver a patroa hoje mesmo, estudo meio pescando 2 capítulos imbecis do meu curso. No big deal, não vai cair no teste.

Falo rapidinho com a patroa. Não tô conseguindo raciocinar direito de sono, a voz dela parece cantiga de ninar. Obviamente no bom sentido. :)

Vai começar o BBB. Desligamos. E já que eu tô dando uma passadinha na internet pra acessar o site do Banco do Brasil (pq da empresa eu não consigo), eu aproveito e dou uma olhadinha em umas cifras do Paulinho da Viola. Novo vício, assumo. O cara é fera.

Por fim, esse post que já acaba tarde. Que nem Fidel em Cuba. Mas amanhã eu escrevo sobre isso, tô morrendo de sono. Assunto complexo, só amanhã.

Amanhã eu vejo com que porcentagem o Fernando saiu do BBB (que complexo, não? hahaha). Não tem como o caboclo ficar na casa.

Boa noite.

zzzzzzzz

Depois falam que não são Bambis...

É duro pra um Tricolor como eu ver os jogadores tão concentrados no aquecimento e não no "aquecimento"...



Aliás, que fotógrafo malandrinho, hein???

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A luz do BBB

Segunda-feira de manhã. A luta contra o mau-humor começa com a natação às 7:15h e se estende até o meio da manhã com um ritual que inclui atividades na internet, como ler os e-mails pessoais (basicamente tirinhas do Dilbert e Garfield), ver como anda o mundo (incluindo o Paulistão), postar alguma coisa aqui e, claaaaro, atualizar as notícias sobre o BBB.

Pois hoje meu voto estava difícil, a dúvida era massacrante (por mim, podiam sair os 3). Eis que vem a luz:



Hehehe. Pelo menos o pessoal do site tem senso de humor.